O abrigo da eternidade

 A realidade não precisa de abrigo, porque ela mesma está o abrigo para todos

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O abrigo da eternidade

A sua alma é um reflexo do infinito,
apenas um reflexo do que ainda está por vir,
e, no entanto, em todos os seus caminhos estáa nascer a infinidade.

A alma está um abrigo dado pelo Senhor – um estado intermediário entre a natureza e o homem- a possibilidade de humano ou de realidade. Toda alma é o fluido do Senhor e que não guarda as almas dos outros, está a perder a consciência e em esta, a sua própria alma.

A realidade é infinita, mas a ilusão é igualmente infinita. Na aceitação dos todos os caminhos que a vida os está a desenhar, a alma nasce os conteúdos que são como pedras pequenas após o que vais no sentido de realidade. O reflexo da alma desaparece em todos os nossos próprios desejos, até que depois desta desaparece cada marca.

Cada homem carrega em si mesmo um medo da precisão das regras de vida – todos estão conscientes de que a regra vai os moer em pó, se mudassem no lado errado da estrada. Mas o homem raramente respeita as regras da alma, porque a alma não bate quando o homem a atropela.

A alma está em silêncio no caminho para a realidade, mas fala apenas depois de muitos anos, quando não serei ido nem eu, nem serás ido tu.

O presente é o segredo do Senhor, tu somente és único que neste segredo permite um outra pessoa. As tuas permissões nascem conteúdos e teus desejos apenas os espaços vazios. A tua alma é um reflexo que determina a realidade, e quando a realidade é nascida, os conteúdos começam a vivir ou tornam-se conscientes das lacunas. Ambos são infinitos e eternos.

Acima dos todos os resultados espelhados tu aprendes a aceitar o resultado real, mas não podes influenciar naquilo. A mente humana não pode alcançar os resultados reais, mas pode compreender e aceitar o inacessível. Se um aceitasse esse fato, nele mesmo seria movida a regra da realidade e só então, o mesmo seria real.

O homem está a resultar, mas no caminho do seu, somente escapa dos resultado real. O homem é, segundo no sua própria pontuação, apenas imaginário –  nunca real. Assim, em cada acident e o homem realmente a sorte, porque ele é colocado em uma posição onde não há escolha – na aceitação da realidade.

A arbitrariedade do homem sempre tinha roubado a alma ou um reflexo do infinito, e, portanto, todas as facilidades da vida. Quando a auto-consciência no homem crescesse numa vida não hà mais nem natureza nem alma, apenas o cruzamento de autoconsciência que é transportada pelo segundo. Apenas fidelidade nasce os conteúdos que facilitam a alma sem realidade e somente para a mesma seja que as almas no homem levantam e na consciência ou na unidade com a realidade estão a liberar-se da cruz de separação ou de auto-consciência.

O Senhor é um e o único servo fiel de vida, e nos Seus seios dos dedicado ao real, correm todos os teus caminhos, como os copos cheios de vida. De acordo com Ele cada homem diante de ti, é um servo de Deus, que te mostra o caminho para a realidade. Tu também és um servo de Deus que abre os conteúdos no caminho da realidade. Mas não tanto disso, quanto tomasses das vidas por um servo antes de si mesmo – mas tanto quanto dos servos deixasses na vida em si – isto é que determina a sua realidade.

Onde a alma nasce um homem, a realidade se torna infinita – onde a alma afunda no vazio da sua própria reflexão – como a única verdadeira – a alma não hà mais – há apenas espírito que quebra o espelho dos abrigos da alma no caminho para um homem.


Ninguém espera para confirmar a ilusão como realidade,
mas tudo o que tu vivias vai ser confirmado como a tua realidade.

… quando eu não houver – e quando tu não houveres,
a unidade vai viver em ti que não procuravas o vibrante por si mesmo,
mas já serviste à vida e também por sua fidelidade encontraste o teu caminho para o Pai,
que tem amado a realidade mais do que qualquer coisa.

A realidade não precisa de abrigo, porque ela mesma abriga tudo,
somos apenas uns aos outros a realidade
e nesta realidade só o teu – meu abrigo da eternidade.